Não é raro confundir o amor com qualquer outro sentimento, o simples facto de sentirmos bem com uma pessoa, de sentirmos saudades já atribuímos isso ao amor. Ora, como podemos distinguir entre amor e paixão, amor e afeição, amor e dependência, amor e obsessão, amor e sexualidade? Não parece uma tarefa difícil se estivermos fora da relação mas quando estamos vivendo um relacionando é quase impossível conseguir diferenciar. Vejamos, quando uma pessoa quer muito estar com outra faz de tudo para conseguir conquistar a atenção do companheiro, mostra o lado mais interessante, concorda com as opiniões demonstrando assim que há empatia entre ambos, enche de mimos e raramente leva adiante uma discussão, considero estas relações perigosas. São nas discussões que muitas vezes conhecemos a personalidade da pessoa e neste tipo de relação só há discussões por ciúmes e nunca por desacordo de opiniões porque tudo funciona na mais perfeita harmonia, estão sempre em pleno acordo com tudo, nos passeios, gostos, criticas, sugestões. Quando aparece uma cena de ciúmes basta apresentar provas que a paz volta a reinar, na minha opinião se houver confiança entre o casal tudo se resolverá de forma amigável e nunca será preciso mostrar provas, o facto de aceitar/pedir provas é o mesmo que dizer ‘não acredito __________________________________________________________
de Andréa Medeiros


2 comentários:
Acho que houve uma altura que também confundi sentimentos. Pena foi que só percebi a confusão quando deixei de gostar, pelo menos da mesma forma, dessa pessoa. Frase confusa, tal como os sentimentos o são.
Ab
ve se logo que é benfiquista... Há alguém com as noções de amor mais disorcidas que os bromelhos???
Enviar um comentário